- Quero aqui deixar uma palavra de apoio e solidariedade à Familia Real
Portuguesa. Não conheci a Monarquia, mas acho que era importante e legitima
timoneira de Portugal. Felizmente nem todos morreram naqueles trágicos
acontecimentos e houve descendencia. É de grande importância passar a
informação que a grande maioria do povo português desconhece. Rezo para que
a verdade seja um dia reposta e Portugal recupere a dignidade que perdeu em
100 anos de mentiras, usurpações e injustiças. Um país com séculos de
história não pode acabar desta maneira. Aínda não sou monárquico, mas também
não sou, nem nunca serei repúblicano. Espero que Deus permita, haja a força
e o querer e se faça um filme a evocar a memória do Regicidio. Não será um
esforço em vão e a Pátria agradece. J. M. Coelho.
- Quero aqui prestar uma sincera homenagem ao heroísmo da Família Real
Portuguesa, desde o Regicídio, protagonizado pela Rainha Dona Amélia, que
enfrentou os assassinos de uma forma corajosa, até às consequências directas
da proclamação da república que levou a Família Real para o exílio. O
exemplo de Patriotismo que tanto Dom Manuel II, como o Senhor Dom Duarte
Nuno de Bragança e hoje Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança
demonstraram e demonstram em nome de Portugal, já mesmo depois de
regressarem à Pátria, é de facto um motivo de grande esperança para mim e
para muitos Portugueses que se revêm na Instituição Real. Temos de facto,
uma Família Real que nos merece toda a estima e consideração. Temos uma
Família Real que todo o Português se deveria orgulhar de ter. Pessoalmente,
como Monárquico que muito me orgulho de ser, é uma honra enorme servir Suas
Altezas Reais os Duques de Bragança; e servi-los-ei sempre com Lealdade e
Fidelidade. VIVA A MONARQUIA! VIVA A FAMÍLIA REAL! VIVA PORTUGAL!
D. Garcia.
- Não há muito mais o que se falar, até porque seria colocar em evidência
uma "cambada" de marginais. As "republiquetas" que se seguiram ao triste
acontecimento, passaram pelas mãos de "mercenários" indecentes e sem
qualificação, que nos "brindaram" com décadas de "pide" e "dgs", entidades (?!)
que se arvoraram no direito de nos dizer o que "pensar". Este período dos
últimos 100 anos, é na avaliação mais comportada, uma afronta à nossa
inteligência. Longa vida à Excelentíssima Família Real Portuguesa.
Jorge Da Mota Leite, Brasil.
- Festas Felizes e que 2008, ano do centenário do repulsivo Regídio,
marque definitivamente uma mudança de perspectiva para todos os Portugueses,
para que se tornem mais despertos e exigentes com os seus políticos. Bom
2008! N. Pereira.
- Mais do que o recordar dum acto terrorista, o esconder dum crime, o
pactuar com assassinos mafiosos, o ser governado por um modelo de regime
minoritário imposto pela força, importa lembrar os defuntos, nas suas
qualidades e defeitos (as primeiras muito superiores aos segundos), dizer a
verdade histórica do que se passou e tentar extrapolar se valeu a pena
acabar com a Monarquia, principalmente desta forma. Um debate nacional
exige-se, porque não um programa "Prós e Contras", República versus
Monarquia, um estudo isento duma cadeia de televisão isenta (desconfio muito
do que vai sair do documentário da RTP, a ver vamos). Vale a pena
continuarmos com a República? Não podiamos ter um modelo idêntico a Espanha
e Inglaterra? O que ganhámos com a República, 16 anos de agitação e 48 anos
de fascismo? Concordo com D. Duarte Pio, se o 5 Outubro tivesse sido bom
para Portugal nunca teria havido 25 Abril... Sinceras condolências à Casa de
Bragança, uma homenagem sentida ao grande rei que foi D.Carlos e em especial
ao grande futuro Rei que iria ser D. Luis Filipe...os 20 minutos que
sobreviveu ao seu pai foram muito pouco para o que ele iria dar a
Portugal... Sabiam mesmo quem estavam a matar!
J.Borges.
- Que a data seja comemorada com respeito e circunstância, que seja
correcta e isenta a forma com que os órgãos de comunicação social informem
da verdade do que se passou, de forma a que não continuem a ensinar mentiras
aos nossos jovens na cadeira de História. Eu, como explicador particular de
História de Portugal, apesar de não ser a minha formação académica é a minha
paixão, faço os possíveis por, nesta fase da nossa História, ajudar a
desmistificar as coisas e a contar como tudo se passou. Pode ser que assim
não sejam ditas mais mentiras num dos episódios mais infames, senão o maior,
da nossa longa História. Faço aqui um desafio a uma das cadeias de televisão
para fazerem um programa dedicado ao evento e onde se conte toda a verdade,
a verdadeira e não a que a República insiste em impingir aos Portugueses.
Não sendo monárquico, nesta hora manifesto o meu maior e profundo respeito
pelos que faleceram e pelos seus descendentes. Anónimo.
- Neste ano de 2008 (...) compete a nós verdadeiros Portugueses orgulhosos
de sua Historia e da sua Pátria evocar este bárbaro acontecimento. A Familia
Real enquanto garante da continuidade Dinástica tem toda a minha admiração,
e quero mostrar o meu mais profundo pesar pelo acontecimento de 1 de
Fevereiro de 1908, estando presente nas cerimónias evocativas que estão
agendadas para o ano que vem. Que os jovens Principes possam um dia mostrar
o seu valor ao serviço deste nosso Portugal que tanto tem sido humilhdo ao
longo destes anos. Viva a Familia Real. Viva Portugal.
Armindo Lima.
- Queria nesta data pedir A Sua Alteza Real que nunca desista
do seu povo porque é em si que continuo a depositar esperanças em um dia ver
Portugal rejubilar como rejubilou enquanto Monarquia. Roubaram a nossa
identidade e as nossas insígnias criminosamente mas não roubam os homens que
ainda lutam por si e pela sua nobre família , porque esses existirão sempre.
O que mais me revolta é parecer que o que faço é pouco e todos os dias me
sinto de mãos atadas por não saber que mais pode ser feito para o voltar a
ver a liderar o seu povo. Espero viver o suficiente para o ver cumprir o seu
dever de Rei deste nobre Reino que ainda é seu. Viva a Monarquia ! Viva O
Rei ! Viva Portugal ! T. Cantenhede.
- I agree with all that You say in this website and I love you, King of
Portugal!!! Indian Girl-Egypt.
- A Suas Altezas Reais e Nobilíssima Família. Venho por este meio, em
vésperas do triste centenário que se comemora, expressar a minha mais
sincera e profunda solidariedade na celebração da memória de um dos nossos
mais insignes Chefes de Estado, Sua Majestade El-Rei D. Carlos, bem como de
seu filho, o Príncipe Herdeiro D. Luís Filipe. Contudo, também é com uma
mensagem de esperança que a Vossas Augustas Altezas Reais respeitosamente me
dirijo: na certeza de que a Causa deste Nosso Povo Luso (orgulhando-me de
possuir um nome próprio a ele tão profundamente ligado), hoje, mais do que
nunca, pouco tarda. Pela Causa se vive e pela Causa se respira, quando se
acredita. Nesta medida, podem pois contar-me entre um dos muitos portugueses
que dão a cara e se manifestam por tal Superior Interesse Nacional, numa
verdadeira, e esta sim, genuína e saudável participação cívica. Creiam-me
Vossas Altezas e Senhores Príncipes com a mais profunda Consideração. Viva
El-Rei! Viva Portugal! Viriato Ferreira de Castro.
- Em vésperas do centenário do Regicídio, penso que Portugal não perdeu
apenas um Rei à frente do seu tempo, um jovem e promissor herdeiro, e uma
ligação histórica e familiar às suas origens - perdeu também parte da sua
alma, do seu prestígio internacional e custou-nos décadas de retrocesso
democrático. A maior homenagem que se poderia fazer às vítimas do maior
crime contra Portugal, na minha humilde opinião, seria reabilitar a
Monarquia. Desejo todas as felicidades aos herdeiros da Família Real, nossos
melhores representantes, como simbolos vivos da nação.
N. Candeias.
- A Sua Alteza Real e Excelentíssima Família Real. Queiram receber deste
pobre, humilde e envergonhado português, as condolências por um acto tão
covarde. Estejam certos que os Portuguseses de bem jamais esquecerão! Como
sou veterano das campanhas de África, já no ocaso da vida e por ter vertido
o meu sangue pela minha tão amada Pátria, sinto-me no dever convicto de
manifestar-me. Senhor Dom Duarte, desejo longa vida a Sua Alteza Real, à
Família Real e de forma carinhosa e toda especial aos senhores pequenos e
jovens Príncipes. A Vosso Serviço. Jorge Da Mota
Leite, Brasil.
- Como jovem que sou, e sem qq ligação a regimes políticos, só poderia
enviar os meus sentidos pêsames pelo trágico acontecimento que vitimou a
Casa Real. Também eu desejo ver restaurada a Monarquia... Pela Lei e pela
Grei... Augusto.
- Venho por este meio apresenar as minhas condolências ao Chefe da Casa
Real , SAR o Duque de Bragança, lamentando a morte de um dos nossos maiores
Homens dos Séculos XIX e XX, cujo sonho era aproximar Portugal dos paises
desenvolvidos da Europa, trabalhando o Liberalismo rumo à Democracia
parlamentar. Infelizmente, a classe politica (toda ela) executou-o, ou, por
outras palavras : Assasinou-o! P. Teixeira Pinto.
- A SS.AA.RR ,venho por este meio prestar os meus mais sentidos pêsames
pela morte de um tão Ilustre e Augusto Soberano, legitimo chefe de estado, e
seu filho o Principe Real, representantes da Nobre e Leal Dinastia da qual
Vossas:AA:RR são hoje os representantes e legitimos herdeiros. A Dinastia
sofreu a maior perda da sua historia nesse dia, as esperanças esmoreçeram
mais tarde em 1932 com a morte de D.Manuel, mas hoje sabemos que a chama de
Portugal não se extinguirá pois está viva nas Vossas Reais Pessoas e nos
Principes, que são a esperança num futuro melhor para a nossa amada Pátria.
M. Guinapo.
- A Sua Alteza Real, O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, legítimo
representante da Dinastia de Bragança, venho apresentar votos de sentidas
condolências e solidariedade neste Centenário do Regicídio, extensíveis a
todos os membros da Casa Real Portuguesa. O Rei morreu! Viva o Rei! Real!
Real! Real! Por El Rei Dom Duarte III de Portugal! Viva a Monarquia
Portuguesa! Viva Portugal! L. Guerreiro.
- Aos Duques de Bragança, sentidos pêsames de um republicano, comunista
alentejano. O Regicídio envergonha Portugal inteiro, sinceramente lamento
que tenha sucedido. Anónimo.
- A S. A. R. o Senhor D. Duarte, legítimo representante de tão ilustre
Dinastia, endereço os meus sentidos pêsames pela perda dos seus familiares,
neste centenário. Portugal tem de deixar de ser um país amordaçado; a
constituição tem de ser verdadeiramente democrática e deixar de,
vergonhosamente, passar um atestado de menoridade política aos portugueses
proibindo-os de escolherem o que querem. É preciso esclarecer os portugueses
e dar-lhes o direito de escolher. Espero que Deus me conceda a ventura de
ver restaurado o Trono de Portugal. Anónimo.
- Foi o dia mais trágico da nossa história. Ainda hoje pagamos a factura
das consequências do atentado. 16 anos de terror republicano-jacobino,
seguidos de 38 anos de uma república fascista e já lá vão 33 de uma
república abúlica e sem chama, que não cativa os portugueses na
concretização dos desígnios nacionais. O Rei morreu, viva o Rei!
R. Romão.