• Boa Noite, Apenas gostaria espontaneamente de demonstrar, o meu apreço, o meu pesar. Apreço porque sempre fui Monarquica, pesar, porque infelizmente tudo foi um grande mal entendido. Adoro o meu El-Rei D. Carlos, que apesar da minha idade ( 42) reconheço, ter sido uma alma, culta e dotada de tudo de bom, descontraida e versatil, bonito e naturalista. (...). Viva a Monarquia. Viva o Duque de Bragança e sua familia! Deus os acompanhe e os proteja. Viva Portugal! Viva o nosso Rei. M.J.S..
  • Vivo em Espanha desde 2000 por motivos profissionais mas o meu sangue é português 100%. Tomei conhecimento desta página por um mail que me enviou meu pai. Sinceramente adorei e penso que já é altura que os portugueses saibam a verdade do que se passou no fatidico dia de 1 de Fevereiro de 1908.  Sem mais envio os melhores cumprimentos. Viva El Rei Dom Duarte. Viva Portugal. F.P.B..
  • Bem hajam por reporem a verdade da História ! É uma grande tristeza passado um século sobre um acto bárbaro, que ainda subsistam terroristas que impedem a justa homenagem às vitimas de um atentado. Embora timidamente e procurando ser politicamente correcto lá se 'salvou' o presidente desta decadente república. Afinal os perpretadores do assassinio continuam bem vivos do que alias a passagem do outro para o Panteão Nacional constitui prova cabal. J.R.
  • Muitos parabéns pela vossa inciativa. Fico feliz por ainda haver quem zele pelos valores da pátria e quem como ser humano, cristão e português se lembre de dignificar os nossos últimos monarcas enquanto outros "celebram" a sua morte, como se se tratasse de um crime político justificado. D. Carlos e D. Luís nada fizeram para merecer tamanha sorte. Cabe-nos a nós dignificar a sua memória. "Depois de Vós, Nós" Bem hajam. S. Leal.
  • Como muitos portugueses, julgo que o regime monárquico é aquele que melhor serve os interesses de um Povo. Simpatizante da Monarquia, devo confessar, contudo, que os seus representantes (ou pretensos representantes) têm prestado um mau serviço à causa. É confrangedor ouvir alguns ditos "monárquicos" defenderem causas passadistas, atacarem quem tem valor só pelo facto dos atacados não nutrirem qualquer simpatia para com o regime monárquico, perderem tempo com manifestações e eventos que pouco atraem. A recente polémica do fadista Câmara Pereira sobre o direito de sucessão, além de ser ridícula, é motivo de chacota para todos. A Monarquia, tal como a entendo, é um regime moderno, aberto às esquerdas e às direitas, tolerante e, confesso, custa-me ouvir elementos da família real atacar um Saramago só pelo facto deste não aceitar uma ideia de Monarquia embora - ironia das ironias - viva num país monárquico. Quanto ao regicídio, que lamento profundamente, parece-me lógico que seja invocado pelos portugueses. O que não se pode fazer, pois assim não se captarão adeptos, é atacar quem ataca os defensores da Monarquia, caindo por vezes no insulto, insultando governantes actuais e passados pois tal comportamento conotar-nos-á com forças de direita retrógradas que, julgo, repugnarão a qualquer democrata. A ideia monárquica deveria ser clara. Ainda hoje se ouve dizer que ser de esquerda e monárquico é incompatível. Penso exactamente o contrário: o que não é compatível é ser-se monárquico e de direita radical e, infelizmente, é esta ideia que passa para o público. Se queremos voltar a ter, pacificamente, a possibilidade de escolhermos entre República e Monarquia, temos de mudar de atitude e deixar, definitivamente, que se conote Monarquia com jet-set ridículo e ofensivo, que se conote Monarquia com toiradas e fadistas! A Monarquia tem pernas para andar! Basta saber usá-las! F.S.
  • Acabo de enviar a a sua Exª o PR uma mensagem, mostrando a minha indignação pela proibição imposta pelo MNE ao Exército de participar na evocação daquele que foi um dos momentos mais negros da nossa História. Apelo a todos para que, de qualquer modo, se manifestem junto do Chefe de Estado neste sentido. Muito obrigado. P. Serra.
  • Prezados Senhores; Junto-me a prantear nosso amado Rei, vítima de vil assassinato em primeiro de fevereiro de 1908, e que há poucos minutos aqui no Brasil será comemorado o centário deste Regicidio. Muitos hão de lembrarem o porquê da implantação deste atual sistema, e sentem na carne, a utopia que prepararam aos mais ingenuos. Hoje a imprensa vive a denunciar os gastos dos Poderes da República, afim de tão somente criar desunião no seio da Pátria, quando na verdade, o que querem é o poder pelo poder (Poder midiático). É como Maquiavel constumava ensinar: dividir para governar. Mas não devemos perder as esperanças, pois a nosso favor pesa a virtude de sermos e fazermos a diferença. Aos que acham que um bom patrimônio lhes dá superioridade moral, enganan-se, porque a nobresa somente aos príncipes é obrigada a prestar concurso, pois eles lhe deram começo. Um abraço. J. Simões.
  • Parabéns por este site e pela "publicidade" à causa monárquica. Somos mais do que se pensa. Peço autorização ( e envio de algum material) para fotos alusivas no site acima citado. Que venha a Monarquia. A. Martins.
  • Depois de tudo o que vivei a Rainha Dona Amélia, foi sempre uma grande Senhora. Que classe!, o verdadeiro porte de Rainha, que hoje nenhuma tem. Adoro-a e conheço parte da sua vida por livros que leio. Tenho pena de não a ter conhecido... Mas é concerteza um exemplo para todas as mulheres portuguesas. Ou, se não é, deveria ser! I. Monteiro.
  • Os meus parabéns pelo excelente site!! Portugal e a memória de El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Lúís Filipe estão de parabéns pelo trabalho desenvolvido. O meu sincero agradecimento como português e patriota. Viva El- Rei Viva Portugal. J. M. Saraiva.
  • Associo-me inteiramente ao repúdio pela acção seguramente mais vil e covarde de toda a nossa história. Não é com acções terroristas que se mudam os tempos. Ainda está para ser dita toda a verdade sobre estes funestos acontecimentos. Espero que a nossa estação de televisão estatal ou outra, se debrucem com seriedade e isenção sobre assunto tão sério e, tentem esclarecer cabalmente e sem sofismas o povo português, sobre o que realmente se passou. Estarei certamente na Basílica de S. Vicente de Fora, se me permitirem, para ssistir à missa em honra dos mártires, Rei e Príncipe Real. Os meus cumprimentos respeitosos a SS AA RR os Duques de Bragança. Joaquim Afonso.
  • O Regicídio é O MOMENTO que define a verdadeira grandeza de Dom Carlos I, um dos melhores e maiores Reis de Portugal. A sua figura, a sua vida, a sua Missão, absolutamente NADA da vida e da figura do Rei Dom Carlos pode ser compreendida senão através das causas mais profundas do Regicídio. A Chefia de Estado, firmemente ancorada na Sucessão hereditária e ao mesmo tempo, resguardada pela Lei Constitucional da Monarquia Parlamentar, impedia o assalto ao Poder. El-Rei Dom Carlos, tomba assassinado, junto com o Seu Filho Herdeiro, Dom Luiz Filipe, por esta razão fundamental. Hoje, 100 anos depois, neste mesmo site, demonstrámos muitas das facetas sinistras desse assalto ao Poder, pelas mãos imundas e sanguinárias de um bando de tarados e de "aventureiros" (The Times, 1908), que em nome de uma "Liberdade" discutível, ignoraram a Liberdade Constitucional e a Democracia que dava os primeiros passos, bem como todas as derrotas eleitorais que sofreram, para, por via do assassinato, da subversão da legalidade e do Estado de Direito, e finalmente do golpe de estado, fazerem ruir o Regime Legítimo Português. À Monarquia, Academia de Estadistas, seguiu-se uma República, Praça de Negócios, onde a escandalosa sociedade entre a Loja Maçónica Grande Oriente Lusitano e o próprio regime, de mãos dadas, conduziram Portugal à ruína, a um ponto tal que se dizia na Europa que, em Portugal, os BOMBISTAS tinham passado a ser Governo, segundo Fialho de Almeida nos conta. Nada mais verdadeiro. Ergueu-se nos mastros da Nação uma bandeira que, como símbolo nacional, nunca foi unificadora e agora a própria Comissão do Centenário da República admite alterar a bandeira. Eles lá sabem porquê!!! Destruíu-se o País e - pela própria admissão da 3ª República - tivemos que esperar 60 ANOS pelo cumprimento da Democracia. E ainda assim, a Democracia Portuguesa é a única onde se admite o INSULTO de noções de DELITO DE OPINIÃO, como se existisse semelhante coisa em verdadeira Democracia. NÃO!... Portugal continua por cumprir! E não se cumprirá, até que um dia o Povo Português diga "BASTA!" a um regime, que mau grado alguns pontos positivos, hoje apresenta preocupantes similaridades e tiques de 1ª República, como ficou patente com o envio dos restos mortais de uma personalidade de carácter humanista discutível para o Panteão Nacional, como é o caso de Aquilino Ribeiro, ele próprio por sua admissão em entrevista ao jornal A CAPITAL em Novembro de 1910, auto-declarado fabricante experimentado de bombas! E como se não bastasse, o projecto do Centenário da República chefiado por mais um "iluminado" - Vital Moreira - propõe o envio de mais "personalidades" para o Panteão Nacional, bem como a construção de um Monumento no Terreiro do Paço para marcar a "glória republicana", possivelmente uma pirâmide... Na praça onde se assassinou um Rei de Portugal!?!?!?... Não há pior nem maior FALTA DE DECORO, nesta maldita 3ª República que parece apostada em se equiparar à 1ª República, regressar às origens e continuar a desgraçar o nome de Portugal! É difícil estabelecer se mete dó ou mete nojo!!! Mas certamente mete MEDO do FUTURO e da DIGINIDADE de Portugal aos olhos do Mundo Civilizado. Hoje, 100 anos depois, é preciso lembrar o Regicídio, quebrar o silêncio, olhar o regime nos olhos, e dizer que a prometida modernidade da república afinal pôs Portugal no fundo de um abismo de pobreza, de incultura cívica, de atraso tecnológico, de desemprego, de falta de oportunidades, de dívida pública, de corrupção, de escandalosa falta de sentido de serviço à Causa Pública, de desigualdade de oportunidades, de cunhas e nepotismo, destruindo ao longo de quase 100 anos o alento de um Povo que merece mais e melhor! Respira-se o pesado odor pútrido da desonestidade, cala-se o medo do regime e aguenta-se até que por fim, como foi declarado no Projecto do Centenário da República, esta dê lugar à República Europeia. Significa isto um triste adeus à Independência de uma Nação de 865 anos de idade? E pelas mãos irresponsáveis de quem se fará isto?... Portugueses: Ao recordarmos ao Regicídio, recordamos TUDO o que temos passado em virtude de um assassinato imundo que nunca devia ter sucedido, porque impediu o nosso desenvolvimento sustentado e em paz social. Assassinou-se Dom Carlos I e com Ele, fomos todos vítimas do Regicídio. No dia 1 de Fevereiro, marcharei em silêncio, de lábios cerrados, do Terreiro do Paço até São Vicente de Fora, o meu PROTESTO por um CRIME IGNÓBIL, mas sobretudo MARCHAREI OS MEUS PASSOS de PORTUGUÊS amante da PAZ e para sempre apaixonado até às lágrimas, pelo meu PORTUGAL. VIVA PORTUGAL! VIVA O REI! VIVA A MONARQUIA! Luis Guerreiro, Direcção Política da Aliança Internacional Monárquica Portuguesa.
  • Honra às vitimas da voragem republicana. Prestemos homenagem a quem a merece e ignorem-se os que os tentaram denegrir. A. Pinto.
  • El-Rei D. Carlos e o Principe D. Luis Filipe nunca serão esquecidos. Portugal e a Liberdade muito devem a seus Reis. Viva a Casa de Bragança. F. M.
  • Tudo que aqui vou registrar, não traduz a minha vontade de fazer uma "revolução" , armada ou não, com impacto nas instituições nacionais atuais, conquistadas (?!) com o assassinato do REI. Eliminam-se e assassinam-se pessoas, mas ninguém conseguirá nunca eliminar e assassinar ideias e ideais. Este meu depoimento,traduz sim, a minha vontade férrea de ver restabalecida a nossa História e a nossa Identidade. Senhor Dom Duarte e meus Amigos que se dão ao trabalho de ler esta minha manifestação: estamos órfãos há 100 anos, qual filhos abandonados, que após terem crescido, têm a possibilidade real de encontrar o seu pai e resgatar definitivamente a sua identidade. Estou ausente da minha querida Pátria há muitos anos e nunca votei na república - vivi os meus primeiros 24 anos em ditadura. Contem sempre comigo ! Apesar da minha idade, ainda tenho forças para contribuir no que me fôr designado. A serviço de Sua Alteza Real Dom Duarte e da Monarquia Portuguesa. J. da Mota Leite.
  • Proclamar, mais que a minha solidariedade pelas figuras do Rei Dom Carlos e do Príncipe Dom Luís Filipe, bárbara, inconsequente e impunemente assassinados, ou do apoio grato pela memorização da efeméride mediante petição justa de luto Nacional a 1 de Fevereiro próximo, a minha «saudade» pela Histórica Monarquia de Portugal, fundada pela espada de Dom Afonso Henriques e na Fé de Cristo a 5 de Outubro de 1143 e lapidada, sem usufruto dos povos, por uma insurreição armada feita de republicanos, carbonários, anarquistas e niilistas, curiosamente também a 5 de Outubro, de 1910. A República nasce de mãos sujas de sangue e assente na violência de uma agitadora, violenta e secreta organização (Carbonária). Que restou? Professor de História Militar.
  • O regicidio foi e será sempre um acto de enorme cobardia e que representa o que de pior há nos homens. A republica construída sobre os alicerces do assassínio e contra a vontade popular foi e é mais anti-democratica do que a monarquia foi! VIVA O REI !!! VIVA A MONARQUIA E VIVA PORTUGAL !!! RCC.
  • Já sabia que houve muito poucos escrúpulos da parte dos que implantaram (impuseram?) a república, mas nunca pensei que tivesse todos estes pormenores escabrosos... De qualquer forma, os senhores que tanto a queriam deram um belo exemplo a governar: uma 1ª república que foi um descalabro! Uma média de 1 governo por semana! (ou coisa parecida), em que até já se matavam uns aos outros. Parabéns, era isto que queriam? cá para mim o que eles queriam sei eu (poleiro!). E porque é que nunca se fala desse período, desde o fim na Monarquia até ao fim da 1ª república?? Dava pano para mangas, mas contudo quando fazem documentários e séries, recuam no máximo até ao tempo do Salazar... Não lhes convém... Por falar nisso, seria muito bom que esse livro com todos esses factos, desse origem a uma série documental em horário nobre, para chegar assim a muito mais gente, e posteriormente editada em DVD. Bem hajam, e que um dia se faça luz e justiça. Pedro.
  • Ontem, 5 de Janeiro, o semanário Expresso publicou alguns votos de parabéns de ex-chefes de Estado portugueses ao rei João Carlos de Espanha. Enquanto Cavaco, Sampaio e Soares se limitaram às habituais e necessárias cortesias, o General Ramalho Eanes foi longe, muito mais longe. Na parte final da sua mensagem, o ex-presidente faz a profissão de fé na monarquia como a melhor forma de representação do Estado. Independência e equilíbrio, são para o General, alguns dos factores positivos da instituição da qual Portugal foi privado pelo golpe de estado de 1910. No Centenário do Regicídio, é a mais extraordinária homenagem que se pode prestar à memória das vítimas do 1º de Fevereiro. Eanes falou. Há que divulgar, sem demoras. N. Castelo Branco.
  • Este espaço é de facto notável e pena é que não existam mais esforços de informação do que é a monarquia moderna e das suas virtudes. Os Portugueses andam a ser desinformados hà muitos anos, pelo que é essencial o rigor, porque será pela diferença, pelos bons exemplos que nos destinguimos da torpeza que grassa no regime actual. Rigor, o qual faltou ao "Anónimo" que comentou anteriormente, porque o Sr. Dr. Alfredo DA Costa que deu nome à Maternidade, não foi o infame que atentou contra o chefe de estado e sua familia em 1908. Qualquer semelhança, é apenas e só o nome; de resto um dedicou-se a ajudar a nascer e salvar vidas e o outro a tirá-las. Nuno.
  • Antes de mais um sincero agradecimento, como Monárquico, a quem teve o trabalho de fazer este site. Sem dúvida uma fantástica contribuição para a Verdade Histórica que a república sempre procura impôr-nos desde os tempos da escola. Por outro lado, quero também dar o meu testemunho no que toca à defesa de um Parlamentarismo Monárquico e Democrático que sirva melhor o futuro da Nação. Apresento também o meu repúdio pela a transladação de Aquilino Ribeiro para o Panteão Nacional assim como lamento que uma das maiores materinidade do país, tenha o nome de um Regicida - Alfredo Costa. Sem dúvida que na Monarquia havia muito mais dignidade do que as 3 tristes republicas que tivemos e temos. Anónimo.
  • A monarquia parlamentarista é o melhor regime de governo,quem sabe ela seja restabelecida em Portugal e no Brasil. Cláudio, Rio de Janeiro.
  • Fabuloso o site sobre o assasinato do Rei D.Carlos e do Principe Luis Filipe, agradecia que avisassem quando o livro estiver à venda. Bem hajam. N. Rodrigues.
  • Um acto bárbaro! Dois crimes e intenção de quatro! Mas, nos tempos que correm, um dos cúmplices (ao que se diz) foi preciosamente colocado no Panteão Nacional! Isto não se entende! M. Paz.
  • Pesquisando na net vim encontrar um site maçónico muito interessante, onde são explicitamente referidas por um maçon num "Breve historial da Maçonaria em Portugal" do Irmão A.M. Gonçalves da Grande Loja Regular de Portugal, ligações perigosas entre a Maçonaria, a Carbonária e o Partido Republicano. A dado passo é referido "em Outubro de 1910, a Carbonária teria 40.000 homens espalhados pelo país..." e ainda "o assassinato foi perpetrado pelo Partido Republicano com o apoio da maçonaria e o uso do seu braço armado a Carbonária", ou mais ainda "a obra da revolução portuguesa também à maçonaria se deve, única e exclusivamente" ! Que bela obra de facto, que grande orgulho deverão ter tido os seus autores, do mais vil, baixo e medíocre que tivemos na nossa história, para além de criminosos. Anónimo.
  • Tenho 65 anos. Desde os 5 que convivo com a obra de Rocha Martins "D. Carlos - História do Seu Reinado" onde, praticamente, aprendi a ler. Conheço, portanto, grande parte deste período histórico que sempre me impressionou pela barbaridade com que fizeram terminar o reinado do Senhor D. Carlos. Adjectivar o acto, vil, torpe e desumano com que terminaram com a vida do Rei e do Príncipe Real é completamente impossível, porquanto não há palavras suficientes no dicionário para adjectivar tal vilania. Como se não bastasse vilipendiou-se a Rainha, Senhora D. Amélia, sem o menor respeito pela Sua dor de esposa e mãe. A digníssima postura das Rainhas Senhoras D. Amélia e D. Maria Pia após as terríveis perdas que sofreram, amando Portugal até à hora das Suas mortes, dignificam-Nas a Elas e envergonham-nos a nós portugueses. Elas souberam ser Portuguesas até ao fim. Por mim, sinto vergonha de pertencer a tal povo. Anónimo.
  • Porque não montar uma tenda condigna com alguns assentos minimamente confortáveis, no Terreiro do Paço bem defronte da placa que assinala o sinistro crime, ao longo de todo o ano do Centenário, que pudesse ser visitada por qualquer passante e onde estivesse em permanente projecção um diaporama sobre o regicidio, com conteúdos apelativos e banda sonora com texto simples, com cerca de dez minutos de duração, realizado por bons profissionais? Anónimo.
  • Penso que 97 anos de república são uma pequena migalha, em comparação com os séculos do regime monárquico que tivemos, porque com esse regime o Estado era firme e determinado e a Pátria estava bem consolidada. O nascimento da Pátria é mais importante do que uma revolução inconsequente e prejudicial comandada por seres diabólicos e lunáticos. Além disso, não se pode ser carne e peixe ao mesmo tempo, do mesmo modo, não se pode ser monárquico e republicano ao mesmo tempo. O 5 de Outubro é sempre para mim um dia de luto cerrado por causa da maldita revolução republicana de 1910 que tomou ilegitimamente e de assalto o poder, obrigando a família real ao exílio. Tiveram que sair de Portugal à pressa, deixando para trás o que era seu por direito, senão também seriam assassinados. Sentir essa injustiça e sofrer essa maldade deve ter sido horrível! Nunca apoiei nem admirei a república, pois reprovo maldades, imoralidades, atrocidades e crimes de qualquer espécie. Os regicidas Alfredo Costa e Manuel Buiça causam-me arrepios e nervos...tenho um "ódio de estimação" por eles. Espero que estejam a arder no 5º dos infernos, juntamente também com o Aquilino Ribeiro e outros que tais!Foram todos uns canalhas, vigaristas, oportunistas, criminosos, ladrões, loucos, anti-cristos...foi uma gente do pior que apareceu na nossa História. Por causa deles, o século XX português ficou logo no início manchado com sangue, injúria e desonra! A ÉTICA e a MORAL TÊM QUE ESTAR ACIMA DE TUDO, inclusive das artes e do resto!...Aquilino Ribeiro pode até ter sido bom escritor (por acaso nunca me fascinou), mas a partir do momento em que se sabe que colaborou com Manuel Buiça no regicídio (era próximo dele, era compadre dele e foi citado no testamento dele)...essa figura para mim perde todo o crédito! Manuel Buiça e ao Alfredo Costa, foram considerados os "Salvadores da Pátria". Enganaram-se quem assim os considerou, pois eles foram sim os "Homicidas e os coveiros da Pátria"!No dia 1 de Fevereiro de 1908, a Pátria tombou e "morreu" com o Rei e com o Príncipe herdeiro!! O luto não acabou, pelo menos para mim. Sempre que leio e investigo algo sobre o regicídio fico arrepiada e horrorizada, como se tivesse acontecido hoje. Os regicidas e todos os seus colaboradores, são anti-cristos e não valem nada, nem que tivessem grandes dotes artísticos ou que se cobrissem de ouro! Está escrito nas Leis de Deus: «Não matarás». O que fizeram os regicidas?? Mataram o guardião da Nação, O Rei D.Carlos I, e o seu filho, o Principe Herdeiro D.Luis Filipe, de modo cobarde e horrendo! Não podemos aceitar isto de ânimo leve! A verdade tem que vir ao de cima! É preciso repor a verdade histórica e fazer justiça 100 anos depois, já que não foi feita no tempo devido! Um regime como o verde-rubro que tem as mãos manchadas de sangue do regicídio e que teve sorte por causa de esquemas sórdidos e corruptos, não tem qualquer crédito, nem legitimidade! Tudo cai por terra quando a moralidade é violentada! Monárquica Convicta.
  • Gostava de deixar aqui alguns versos de um livrinho de 15 paginas e 62 versos, escrito na época (autor desconhecido) nos EUA Oakland Typographia-Minerva de J.C. Lacerda. Conta em poesia todo o acontecimento daquele dia. Poesia sobre a morte de DÈL-REI D.CARLOS e do PRINCIPE REAL D.LUIZ: Cobre-te, Lisboa, de luto, E todo o reino de Portugal, Que mataram o nosso Rei, Oh! que morte tão fatal! Enche-te, Lisboa, de Luto, E toda a nação inteira, Que mataram o nosso Rei, O defensor da bandeira. Chorae, Lisboa, chorae, E toda a nação Portugueza, Que mataram o nosso Rei, Morreu a nossa defeza. Em mil novecentos e oito, No dia um de fevereiro, E`que foi assassinado O Senhor D. Carlos Primeiro. N`esse dia horroroso, Pelas cinco e meia da tarde, Mataram o nosso bom Rei. Oh! meu Deus, que crueldade! Foi tambem assassinado O Principe Real D. Luiz, Uma creança tão nova. Morreu como um infeliz. Morram os ladrões , assassinos, Que causaram tanto mal, Só por quererem republica E não reinado em Portugal. Portugal é reino velho, E emquanto o mundo durar A sua real bandeira Nos ares ha de tremular. Viva EL-REI D. Manuel Que é da patria a defeza, E é quem ha de defender A nossa corôa Portugueza. A. Pina.
  • Foi recentemente publicada por Rui Ramos, uma obra biográfica do rei D. Carlos. Excelente trabalho de investigação e sobretudo, de interpretação dos eventos ocorridos desde a sua subida ao trono, até ao Regicídio. O autor esclarece-nos de forma magistral, acerca do ambiente político que cercava o monarca, que surge sempre como o garante da manutenção da legalidade constitucional. Não pretendendo discorrer acerca de aspectos mais íntimos da vida particular de D, Carlos - sobre os quais muito se supõe sem qualquer fundamento -, Rui Ramos explica-nos afinal, a posição inextricável em que o rei se encontrava, num sistema em que os jogos partidários utilizavam a Coroa como arma de arremesso de recurso frequente. Ao chegar ao fim da biografia, ficamos com a certeza de que D. Carlos procurou sempre garantir a sobrevivência da normalidade constitucional. Sabemos o que se lhe seguiu: a ditadura do partido de Afonso Costa, a violência quotidiana, a ruína económica, o descrédito na cena internacional. Pior que tudo, julgo que o factor mais negativo do 5 de Outubro, consistiu na ruptura com uma já consolidada normalização da alternância no poder. O advento do Estado Novo, foi assim e paradoxalmente, a concretização daquela república ordeira e "habitual", desejada desde sempre pelo minoritário prp.A ditadura republicana desejada por Basílio Teles, encontrou afinal, eco em Oliveira Salazar. O que teria sido Portugal sem aqueles fatídicos minutos da tarde de 1 de Fevereiro de 1908? É difícil, senão impossível, considerar historicamente os "ses". No entanto, o nosso século XX não teria sido o que foi, isto é, um longo período de crepúsculo, inércia e afastamento da Europa que interessa. Nuno Castelo-Branco.
  • É notável o trabalho que aqui está feito, é bom saber que ainda existem homens que defendem e bem a Monarquia e o nosso Rei, que nos foi roubado por levianos que prometiam melhor e o que nos deram foi o inferno, se é que o inferno é assim tão mau. O pior é que muitos desses levianos ainda têm seguidores nos dias de hoje activos na vida politica e na sociedade. O Regicídio foi um crime que varreu as tradições e as insígnias de um povo que ainda hoje é nobre mas que somente precisa de um verdadeiro chefe de estado, precisa de um Rei. Monárquico sou com muito orgulho e espero um dia ver Sua Alteza Real D. Duarte a desempenhar as suas funções neste que para mim ainda é o Reino de Portugal, porque ainda não deixei de acreditar que é possível. Fomos uma grande nação Monárquica e voltaremos a ser, mas não podemos cruzar os braços, temos que acreditar e fazer o que estiver ao nosso alcance para que isso aconteça. Este site é sem duvida um clarificar para muitos da mentira que foi a Implantação da Republica e todas as manobras de diversão que têm sido feitas deste então a esta data, são iniciativas destas que fazem um povo lutar e acreditar na verdade, por isso vos dou os meus parabéns. Só espero viver o suficiente para poder ver Portugal finalmente em boas mãos, porque ainda não vi... Viva a Monarquia ! Viva O Rei ! Viva Portugal ! T. Cantanhede.

  • Desde já os meus parabéns, pois eu sei o quanto é frustrante efectuar uma pequena busca em Portugal. O vosso trabalho é excelente. Sempre fui simpatizante da causa monárquica e depois de casar, deixei de votar para a Presidencia da Républica. Quanto ao duplo Régicidio e ao sofrimento da Rainha D. Amélia, já era do meu conhecimento pelo livro "Eu Amelia, a ultima Rainha de Portugal". Como portuguesa senti "as mãos sujas" e fiz pesquisas documentadas em relação à minha familia pois não queria que nenhum dos meus antepassados tivesse a minima participação em algo tão ignóbil. Nesse aspecto fui feliz! Devo salientar, que concordo com o teor do vosso site, mas nem em sonhos me ocorreu que a causa da morte D'El Rei D. Manuel II pudesse ter sido crime!!! Estou horrorizada demais. Não tenho palavras! Gostaria de fazer um pedido: Que a sentida e justa homenagem que pretendem efectuar para assinalar essa infame data, pudesse de alguma forma simbólica ser estendida a todo o País, por exemplo, acendendo uma vela nas janelas... Eu sei que "a união faz a força", portanto deveriamos ir todos! Mas a situação económica do nosso Portugal está tão má, muitos portugueses estão no limiar da pobreza, ou mesmo abaixo e qualquer despesa extra é incomportável. Assim, se acharem viável o meu pedido ficarei muito agradecida. Eu vou tentar estar em Lisboa. Viva Portugal, viva a Monarquia!Anónimo.

  • Tenho saudades de um outro Portugal. De um país cheio de tradições. De um país solidário. Não é saudosismo barato, mas apenas a dificuldade em aceitar a profunda perda de carácter, que considero caracterizar estas últimas décadas, em Portugal. O 25 de Abril, teve o seu grande mérito... mas, confundiram a palavra Liberdade com Impunidade e Irresponsabilidade. Pena. O resultado está à vista. Ninguém respeita nada, a começar pelo próprio Estado. Não há referências. Não há valores. Perdem-se as tradições. A pobreza de espírito, acompanha a pobreza material. Há filas de espera, para se fazerem intervenções cirúrgicas... Há quem não tenha uma casa para viver... Há quem tenha fome!!! São estas as vantagens da República? Não sou nobre de título, nem sou daqueles que se interessa por isso, que há ainda quem erradamente conote a monarquia com títulos, honrarias e privilégios, origem de tantas invejas e clientelismo. Sou nobre de coração. De afectos. De respeito por uma grande nação que, apesar da mediocridade vigente, adoro. A causa monárquica não me é indiferente. Por um lado, sou meio português, sendo a minha 2ª pátria um reino europeu com características bem complicadas, por ser constituído por duas comunidades que tendem a separar-se cada vez mais pela diversidade linguística. Não fosse o Rei, garante da unidade do país e a Bélgica estaria, há muito, dividida em dois... Por outro lado, não compactuo com regimes impostos à lei da bala, sejam eles quais forem, pois sou profundamente democrata, pelo que os acontecimentos de 1 de Fevereiro de 1908 e de 10 de Outubro de 1910, são uma imensa vergonha para o país e têm o meu mais profundo repúdio. Mas voltando à tragédia e à brutalidade dos acontecimentos de 1 de Fevereiro de 1908 e de 10 de Outubro de 1910, considero que só a ingenuidade e a brandura dos portugueses permitiu que o Reino de Portugal fosse deposto. Como é possível que um país com uma tradição monárquica de 900 anos, como o nosso, tenha aceite pacificamente um golpe de Estado promovido por uma ínfima minoria, como o que caracterizou o golpe de 5 de Outubro de 1910?!! O que explica a facilidade e a impunidade com que organizações secretas, como a sinistra Carbonária, tenham alcançado tão facilmente os seus objectivos? ... Será apenas o desentendimento entre as facções monárquicas? A propaganda republicana é vil e manipuladora - no pior dos sentidos - não olhando a meios para atingir os fins. Por isso mente, cala e consente. Li há uns anos e voltei a reler, há uns dias, um livro que me permitiu compreender o que foi o dia-a-dia de D.Amélia, desde o seu noivado com D.Carlos, até aos seus últimos dias no Chateau de Bellevue, em França. O livro, "Eu Amélia, última Raínha de Portugal", escrito por um francês, que teve acesso ao diário da Raínha D.Amélia e a documentos conservados nos arquivos franceses (entre outros), impressionou-me profundamente. Nele descobri uma portuguesa ímpar. Atenta ao país. Atenta aos que nada tinham. Criando dispensários, sempre peocupada com quem sofria da terrível pneumonia, muitas vezes perante a crítica dos que, já naquela altura, eram adeptos do "deixa andar" e da infâme teoria de que os pobres nasceram para ser pobres... Não foi a República que os criou. Já vinham de trás. Mas a República engordou as suas fileiras. E refiro-me aos que continuam a viver da ostentação, dos tachos, das cunhas, da corrupção, não olhando a meios para atingir os fins. Mal muito característico deste país... Apesar do inqualificável sofrimento, D.Amélia nunca associou o povo português aos duros golpes que marcaram a sua vida e a destroçaram. Ela via no nosso povo, uma generosidade imensa que encontrava na gentileza espontânea e genuina quando, por exemplo, se misturava nas diversas procissões. Não era a corte palaciana que a interessava. Era o povo! Quero por isso deixar aqui uma homenagem MUITO sentida, a essa grande senhora que felizmente pôde voltar, em vida, a este Portugal que tanto amou. Nem a monarquia nem o Rei morreram. É preciso referendar um regime. De forma democrática e livre: Ou o Reino de Portugal ou a República de Portugal, que a República Portuguesa nasceu do sangue, da violência e do crime organizado. A bandeira portuguesa, não tem vermelho sangue. Tem azul e branco. Aos portugueses a decisão de colocarem uma coroa em cima do escudo, ou uma esfera armilar por detrás do mesmo! Português de Gema.

  • Está a nossa Historia manchada, conspurcada e vandalizada por alguns energumenos que a coberto dos politiqueiros do costume, cometem as maiores barbaridades impunemente. É o Regicidio o maior e o mais triste dos assassinatos, mas que dizer da morte de Humberto Delgado? Nessa época não havia faxes, telemóveis, gps e no entanto, no meio dos descampados de Vilanueva del Fresno lá foi apanhado o incauto do General (Bem o avisaram em Paris/Hotel Comartin;mas ...); do "acidente" de Sá Carneiro/Amaro da Costa/Patrício Gouveia; até falta de combustivel alegaram... O Bolama,.... enfim. Uma Nação que conduzida pela Monarquia brilhou, deu Mundos ao Mundo e que desde a malfadada implantação da república (das bananas e dos bananas) destruiu a Nação, esquartejou o Território e transformou palhaços, bobos e outros artistas de variedades em figuras públicas com especial destaque para o camarada(salvo seja) Vasco Gonçalves, o pateta do rolhas(ao que dizem nascido pelas Espanhas) e outros que tais, em 1ºs ministros, presidentes da república e outras mordomias ao sabor das necessidades e interesses obscuros. Para culminar o destrambelhar de imbecilidades despejam um suspeito do Regicídio no Panteão Real. Triste sina a nossa. Aguardemos pela Restauração e com ela voltará o brilho que merecemos e a que a Pátria obriga. VIVA O REI. A. B. Teixeira.

  • Fiquei a saber muita coisa que desconhecia de todo. Os meus sinceros parabéns à AIMP e à equipa deste site pela grande coragem e transparência de colocar à disposição do bom senso dos Portugueses as cópias dos microfilmes. Nunca pensei muito nestas coisas de regime, mas mais vale tarde que nunca. Podem contar com mais uma monárquica, fiquei enojada com tudo o que li. Teresa.

  • Quero em primeiro lugar deixar umas palavras de grande admiracão pelo trabalho desenvolvido pela fantástica equipe que "construíu" este site patrocinado pela AIMP. Bravo meus Srs, os Portugueses já mereciam ter ao seu dispor um site desta qualidade. Quanto ao acto bárbaro e hediondo que foi o regicídio nada mais tenho a acrescentar a não ser o meu repúdio, a minha indignação, e o asco que me provoca ter de viver num País governado pelos herdeiros ideológicos dos assassinos, bombistas e terroristas, que naquele factídico dia 1 de Fevereiro ousaram cometer o mais atroz dos crimes contra o legítimo chefe de estado de Portugal, o Rei e o seu herdeiro, o Príncipe Real. As mentiras sucederam-se ao longo dos anos, mas agora,ao fim de um século, a verdade vem até nós e as provas que aí estão. Mário.

  • Republicano, sinto-me constrangido perante os factos e decerto, os microfilmes provam certas questões que desconhecia até aqui. O regicídio foi deveras um crime bárbaro, este site tem a virtude de trazer para o momento "agora" a realidade vergonhosa de um passado, que sendo republicano, não aprovo nem de perto nem de longe. Armando.

  • Republicano, defensor do voto deste sempre senti o regicidio como uma "batida" vergonhosa. A morte do principe é a que mais me choca pela dor e violência. Um familiar meu terá dito " o rei morreu, o que vai ser de nós, o que vai ser de Portugal" (...). Não se enganem nem Monárquicos nem Republicanos, no fundo todos amavam Portugal! E a causa deste atentado não se prende com o Rei mas com um país que nunca se encontrou e raramente teve um timoneiro, um Lider. João.

  • Antes de a razão me ter levado à conclusão de que a monarquia era a melhor chefia de estado, já o coração lhe tinha aderido. Criado no seio de família materna com profundas simpatias à monarquia, ouvia o relato apaixonado que o meu avô fazia do regicídio; portuense de gema, com 7 anos apenas e não tendo lá estado pessoalmente presente, fazia contudo um relato tão vivo do acontecimento que me transportava até ele como se eu próprio o tivesse testemunhado. A educação e a instrução, levaram-me a conhecer algo de política, através do direito, sendo a minha adesão cada vez mais consciente; hoje afirmo-me incondicionalmente monárquico, fiel à Casa de Bragança e a S. A. R. o Senhor D. Duarte. Comecei a estudar a história, conheci o ministério de João Franco, soube que em S. A. R. o Senhor D. Luís Filipe teríamos um Rei verdadeiramente digno da herança de 8 séculos; sabiam bem quem estavam a assassinar! Brutal, covarde, nunca se encontrarão adjectivos suficientes para classificar um acto ocorrido no seio de um povo pacífico mas que não gosta de ser espezinhado. A república é legítima? Manchada de sangue real? Sem aceitação popular? Imposta por uma insubordinação? Quem tiver algumas dúvidas sobre o verdadeiro significado do que aconteceu naquele fatídico dia de 1908 veja a imagem de S. M. a Senhora D. Amélia ajoelhada junto aos cadáveres dos seus Augustos Marido e Filho (neste sítio) ou vá a S. Vicente de Fora, ao panteão da Casa de Bragança ver o monumento funerário que lá existe. Espero que Deus me conceda a ventura de ver restaurado o Trono de Portugal. Anónimo.

  • O Regicídio do dia 1 de Fevereiro de 1908, no qual foram mortos S.M., O Rei Dom Carlos e S.A.R., O Princípe Dom Luís Filipe, marcou uma das mais tristes páginas da nossa herança comum e levou ao início de um dos mais negros periodos da nossa já longa História com a imposição duma república assassina! Mataram o nosso Rei, não como se mata um cão, porque o cão é amigo fiel do seu dono, mas como se fosse uma barata! Mataram quase cerca de 900 anos de História e mataram a nossa Nação que até hoje se encontra ao abandono de mãos republicanas criminosas e assassinas! Todos os dias nos dão um copo de sangue régio e andamos embriagados!! Um dia, disseram-me isto: a Monarquia é uma Senhora porque só casa com um Rei, mas a república é uma prostituta porque se serve de todos. O Rei era o símbolo do país e não um mercenário, pago a peso de ouro para comissões de 5 anos. É o que temos agora, presidentes a prazo que teimam em presidir a uma república manchada de sangue, velha, desbotada, mentirosa e corrupta. Esconderam sempre dos portugueses toda a verdade do assassinato bárbaro e sanguinário do Rei e Seu Filho, deixando-nos orfãos e sofredores! Mas o povo ainda não perdeu as esperanças de um dia terem alguém que se posicione acima dos interesses dos grupos financeiros e políticos que actualmente se vão revezando no poder e manter vivo o espírito cultural da Nação. Porque nos obrigam a viver em república? O que fizemos, nós povo, para passarmos a ser cúmplices dum assassinato, os regicidas são dados como os heróis da pátria e os terroristas e bombistas são trasladados para o Panteão Nacional? Portugal nunca irá evoluir enquanto uma república, porque o país além de estar manchado pelo crime, nasceu também num berço Monárquico. Foi um Rei que nos deu a nacionalidade e a independência e os republicanos enquanto não destruiram tudo, não descansaram e ainda teimam em definir o regicídio como de “legitimidade revolucionária”, mas que na imprensa estrangeira de países civilizados, se chamou de ASSASSÍNIO E ILEGALIDADE! O REI MORREU! VIVA O REI! Que as almas do Rei e Príncipe, descansem em paz! A. Menezes.

  • O Povo Português durante 100 anos foi enganado por uma classe política que só teve como principal objectivo tudo menos a Pátria que é de todos nós. Esconderam-nos o processos judicial sobre o Regicidio, enfiaram uma quantidade de mentiras na consciência dos portugueses e estes nunca Votaram a republica. Sim vivemos numa democracia utópica que se baseia em ideais que foram roubados da Monarquia Constitucional, antes de 1908 tínhamos Parlamento, Constituição, Governo e um Chefe de Estado Legítimo amado pelo Povo. Tal como D.Duarte disse "se o 5 de Outubro fosse bom para o país não se tinha feito o 25 de Abril". Em 1908 éramos uma Nação Próspera que estava acima da média Europeia, estávamos com Progresso. D. Carlos inaugurou a linha Férrea e as Colónias não foram esquecidas. Tudo isto acabou com o Brutal Assassinato de D.Carlos e seu Filho. Perdemos 97 anos de prosperidade quando todas as outras Monarquias passaram por 97 anos de Democracia e Prosperidade. Não beneficiámos nada. As pessoas dizem que gostam de votar mas alguma vez o Povo Português votou a Republica ? Ela foi-nos imposta por uma minoria de hipócritas que só tinham a representatividade de 7% no Parlamento. A Monarquia era mais DEMOCRATA, coexistia com o Partido Republicano e não proibia outro regime como é o caso da republica e do seu famoso artigo 288 b). O Povo Português nem sequer fez o Luto do seu Chefe de Estado. Nunca a Verdade foi revelada e nem se fez a devida Justiça. Em nome de Portugal e da Democracia a republica podia limpar a face e de uma vez por todas fazer o seu Acto de Contrição. O REI ESTÁ MORTO !!! VIVA O REI REAL REAL REAL EL-REI D.CARLOS I DE PORTUGAL !!! R.Vilela.

  • Mas qual crime, quais martires, qual luto nacional, qual quê? Os monárquicos não podem ver a Implantação da República com os olhos de hoje, trata-se de outra época totalmente diferente. Outras mentalidades, e uma ideologia e regime totalmente REVOLUCIONÁRIO que aconteceu graças à vontade e força dos intelectuais da época e do povo minimamente instruído. Além disso o rei D. Carlos não era democrático, vocêm mentem ao falarem das eleições para o parlamento onde os monárquicos sempre ganharam e os repúblicanos só conseguiram eleger meia duzia de deputados no melhor dos casos. Não percebem que o rei D. Carlos e os seus ministros nunca iriam permitir que os repúblicanos ganhassem democraticamente para imporem um regime totalmente oposto ao deles? E que eles aldrabavam os votos para a monarquia ganhar? Muito provavelmente em Lisboa, uma cidade muito repúblicana os repúblicanos ganharam com uma maioria esmagadora, e outras como Porto e Setúbal ou algumas cidades alentejanas também a República ganharia. Foi aí que eles conseguiram supostamente eleger os poucos deputados que tinham. Certamente em muito mais cidades eles ganharam. E não será estranho que já no fim mesmo da monarquia os repúblicanos tenham elegido o maior número de deputados de sempre, ou seja numa época em que João Franco andava aos abraços com Afonso Costa? Obvio, foi por isso que João Franco deixou os repúblicanos elegerem tantos deputados. Além disso na minha opinião os mártres, e foram martires da liberdade, enquanto o rei e o principe foram martires da tirania, foram o Manuel Buiça e o Alfredo Costa. Esses sim deviam ser homenageados no 1 de Fevereiro. Peço que alguém com coragem de contra-argumentar me responda via e-mail ou no meu blog. Obrigado. J. Santos. NOTA: O Blog do visiante é: www.museudamente.blogspot.com.